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Alta Costura: ''Realmente o artesanato de luxo'' - Parte II

Dando continuidade e finalizando a postagem sobre a ‘’Alta-Costura’’, a qual é considerado como ‘’Artesanato de luxo...’’ Compreendam um pouco mais e saibam algumas regras que fazem a diferença, para alguns estilistas estarem inseridos neste universo.
Uma roupa para ser considerada de alta costura tem que preencher os requisitos que estão nos estatutos da “Chambre Syndicale de la Couture Parisienne”  (Federação Francesa de Costura), que foi fundada em Paris no ano de 1885 com a finalidade de proteger a criação dos estilistas das cópias.


Normas importantes, seguidas na Alta-Costura:

Para pertencer a esse seleto grupo, mais conhecido como maisons, algumas normas devem ser observadas:

  •  A roupa tem que ser original e desenhada  por alguém da equipe fixa da casa;
  • Os moldes têm que ser feitos dentro do atelier;
  • Uma casa de alta costura não pode ter menos do que 20 funcionários especializados registrados;
  • A marca tem que apresentar, obrigatoriamente, duas coleções por ano;
  • A coleção não pode ter menos do que 75 modelos;
  • As roupas têm que ser apresentadas sobre, no mínimo, três modelos vivos (e não sobre cabides ou modelos de gesso) para mostrar que vestem bem tipos diferentes de pessoas;
  • As roupas devem ser feitas à mão;
  • As roupas têm que ser numeradas e só podem ser produzidas para clientes, sob medida;
  • A sede da maison precisa ter, ao menos, 5 andares e dispor de um espaço para desfile.




Segundo Durand: ‘’A Alta Costura é o artesanato de luxo que veste mulheres de elite.’’

As clientes são geralmente esposas, filhas ou outras parentes de grandes homens de negócios, políticos ou membros das altas cúpulas do Estado.
Em geral famílias socialmente mais ativas que mantém calendários mais repletos de festas, viagens, recepções e cerimônias. DURAND, (1989, 47).
A Alta Costura começou a existir em países onde houve nobreza de tradição e vida de corte que costumava definir os termos de refinamento, de maneiras e de exclusividade social.
Também vestia mulheres de alta burguesia que acabam se misturando a nobreza pelo casamento, frequentando os mesmos lugares e os mesmo s costureiros.

Alta Costura: ''Como tudo começou'' - Parte I

Bom como muitos sabem a ‘’Alta-Costura’’, é considerada como um artesanato para a elite. Mais aqui no ‘’Por Dentro da Moda’’, vocês poderão conhecer um pouco mais a respeito sobre este universo fashion, o qual segue algumas regras e grandes estilistas, que são inseridos no sindicato da alta-costura. Para não ficar muito cansativa a leitura, a postagem será dividida em duas partes, com os principais tópicos. Espero que gostem e possa esclarecer algumas dúvidas e até se aprofundarem um pouco mais.

Como tudo começou na ‘’Alta-Costura’’:

O conceito de alta-costura surgiu em meados do século XIX em Paris, na França, por iniciativa do inglês Charles Frederick Worth. Este costureiro modificou o conceito de moda a partir do momento em que começou a confeccionar coleções a seu gosto que depois apresentava às senhoras da sociedade. 
Até então, a norma era as clientes definirem previamente como desejavam a roupa. Worth inovou ao apresentar os modelos, cabendo às clientes a escolha apenas do tecido. Assim, Charles Worth impôs o seu ideal de beleza e elegância. A partir dessa altura, os alfaiates passaram a ser criadores de moda.
Durante a segunda metade do século XIX, a alta-costura impôs-se definitivamente no mundo da moda, dominando também no início do século XX, numa altura em que o estilista mais conceituado era o francês Paul Poiret.


Durante e após a Primeira Guerra Mundial, a francesa Coco Chanel assumiu-se como a referência máxima da alta-costura.
Durante a década de 30 apareceram diversas casas dedicadas à alta-costura, entre as quais se destaca a também francesa de Christian Dior.
Nos anos 60, a importância da alta-costura começou a entrar em declínio, ao ser ultrapassada pelo pronto-a-vestir, um tipo de vestuário mais informal e mais acessível.
Atualmente, a alta-costura deixou de ser um fator econômico com relevância na moda, representando em finais do século XX pouco mais de cinco por cento do total das vendas. 

No entanto, continua a deter muita força a nível publicitário, pois é através dos modelos de alta-costura que as casas de moda publicitam as suas propostas.

A Alta Costura - O artesanato de luxo que veste mulheres de elite

No post de hoje do ‘’Por Dentro da Moda’’ falo um pouco mais sobre a história da alta costura. Confiram um pouco mais sobre este conceito, o qual começou em Paris, onde a alta costura é considerada o berço. Com poucos modelos e regras em relação a seus requisitos, mais com toque de elegância e sofisticação. Espero que gostem!     

O conceito de alta-costura surgiu em meados do século XIX em Paris, na França, por iniciativa do inglês Charles Frederick Worth. Este costureiro modificou o conceito de moda a partir do momento em que começou a confeccionar coleções a seu gosto que depois apresentava às senhoras da sociedade. 
Até então, a norma era as clientes definirem previamente como desejavam a roupa. Worth inovou ao apresentar os modelos, cabendo às clientes a escolha apenas do tecido. Assim, Charles Worth impôs o seu ideal de beleza e elegância. A partir dessa altura, os alfaiates passaram a ser criadores de moda.
Durante a segunda metade do século XIX, a alta-costura impôs-se definitivamente no mundo da moda, dominando também no início do século XX, numa altura em que o estilista mais conceituado era o francês Paul Poiret.
Durante e após a Primeira Guerra Mundial, a francesa Coco Chanel assumiu-se como a referência máxima da alta-costura. Durante a década de 30 apareceram diversas casas dedicadas à alta-costura, entre as quais se destaca a também francesa de Christian Dior.
Nos anos 60, a importância da alta-costura começou a entrar em declínio, ao ser ultrapassada pelo pronto-a-vestir, um tipo de vestuário mais informal e mais acessível.
Atualmente, a alta-costura deixou de ser um fator económico com relevância na moda, representando em finais do século XX pouco mais de cinco por cento do total das vendas. 
No entanto, continua a deter muita força a nível publicitário, pois é através dos modelos de alta-costura que as casas de moda publicitam as suas propostas.
Uma roupa para ser considerada de alta costura tem que preencher os requisitos que estão nos estatutos da “Chambre Syndicale de la Couture Parisienne”  (Federação Francesa de Costura), que foi fundada em Paris no ano de 1885 com a finalidade de proteger a criação dos estilistas das cópias. Para pertencer a esse seleto grupo, mais conhecido como maisons, algumas normas devem ser observadas:

  •  A roupa tem que ser original e desenhada  por alguém da equipe fixa da casa;
  • Os moldes têm que ser feitos dentro do atelier;
  • Uma casa de alta costura não pode ter menos do que 20 funcionários especializados registrados;
  • A marca tem que apresentar, obrigatoriamente, duas coleções por ano;
  • A coleção não pode ter menos do que 75 modelos;
  • As roupas têm que ser apresentadas sobre, no mínimo, três modelos vivos (e não sobre cabides ou modelos de gesso) para mostrar que vestem bem tipos diferentes de pessoas;
  • As roupas devem ser feitas à mão;
  • As roupas têm que ser numeradas e só podem ser produzidas para clientes, sob medida;
  • A sede da maison precisa ter, ao menos, 5 andares e dispor de um espaço para desfile.
Segundo Durand, a Alta Costura é o artesanato de luxo que veste mulheres de elite. As clientes são geralmente esposas, filhas ou outras parentes de grandes homens de negócios, políticos ou membros das altas cúpulas do Estado. Em geral famílias socialmente mais ativas que mantém calendários mais repletos de festas, viagens, recepções e cerimônias. DURAND, (1989, 47). A Alta Costura começou a existir em países onde houve nobreza de tradição e vida de corte que costumava definir os termos de refinamento, de maneiras e de exclusividade social. A Alta Costura vestia também mulheres de alta burguesia que acabam se misturando a nobreza pelo casamento, frequentando os mesmos lugares e os mesmo s costureiros.”

Elie Saab - O estilista mestre dos vestidos de luxo


Elie Saab, também conhecido simplesmente como “ES”, é um designer de moda libanês e nasceu em 04 de julho de 1964, em Beirute, Saab é autodidata, onde sua paixão pela moda começou deis de pequeno.
Paixão pela Moda:
Começou a costura quando criança e sabia que um dia ele iria ganhar a vida com isso. Hoje sua oficina principal é no Líbano, más também tem oficinas em Milão e Paris. Em 1981 ele se mudou para Paris para estudar moda, mas acabou voltando e abrindo sua oficina em 1982.  Muito antes de se tornar um dos nomes mais importantes da alta-costura na Europa, o estilista libanês já criava vestidos cheios de glamour e brilho para princesas de Beirute. 
Desfile fora do Líbano:
Em 1997, a Saab foi o primeiro designer não italiano a se tornar um membro da italiana Câmera Nazionale della Moda, e, em 1997, mostrou sua primeira coleção fora do Líbano, em Roma. Em 1998, ele começou a prêt-à-porter em Milão, e no mesmo ano, ele realizou um desfile de moda em Mônaco, que contou com a princesa Stéphanie de Mônaco.
O estilo:
Virou sinônimo de luxo e sofisticação. Criador dos vestidos de estrelas como Angelina Jolie, Halle Berry, Catherine Zeta Jones e Marion Cottilard no tapete vermelho de Hollywood, o estilista libanês já vestia as princesas de Beirute.
Seu ateliê de prêt-à-porter:
Aos 18 anos de idade, antes de se tornar um dos nomes mais importantes da alta-costura no Oriente Médio. Em 1998, Saab inaugurou seu primeiro ateliê de prêt-à-porter em Milão e trouxe todo o glamour e brilho das mil e uma noites para a moda europeia.
Suas inspirações:
É a forma feminina, seus segredos são: a incorporação da luz como parte de seu projeto, é um efeito mestre e contas criando formas com cristal de luxo e brilhantes embutidos em seus trajes, tecidos requintados, texturas e luz fumegante e sonhadora bordado artesanal excepcional, com pedras preciosas, são únicos em que o trabalho é muito minucioso e meticuloso artesanato feito ponto por ponto sob a supervisão vigilante de Elie para olhar como tatuagens fantasia voluptuosas.
Os Vestidos de Noiva Exclusivos:
Desde 2003 e agora projeta vestidos de noiva exclusivos, uma de suas paixões, para destacadísima casa de moda nupcial espanhola Pronovias, onde seduz e fascina noivas em todo o mundo. Suas criações são especiais, glamouroso, elegante, luxuoso, onde o strass e cristais Swarovski são frequentemente muito presente, um luxo colocar ao seu alcance.
Autenticidade:
Suas amigas princesas parecem autênticas do século XXI, e suas coleções cerimônia festiva tanto como podemos ver mil e uma ideias cada um mais evocativos e espetacular. Elie Saab define suas namoradas melhor: "Tenho a intenção de que dia da noiva se torna uma princesa e tentar estragá-la e ajudá-la a se sentir maravilhosa sendo mais importante do mundo"
elie saab