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A História da Bolsa - O acessório fiel das mulheres


Até os séculos XVIII e XIX, transportava-se dinheiro e algumas peças preciosas em pequenos bolsos internos costurados nas roupas. Na virada do século, as roupas perderam o excesso e assim não comportavam mais bolsos internos, surgindo então às bolsas de tecidos bordadas à mão, chamadas “Reticules”.
Com o apogeu da Revolução Industrial, as mulheres começaram a ganhar independência e a sair mais para as ruas. Surgiram então as bolsinhas amarradas às cinturas, geralmente feitas do mesmo tecido da saia ou veste, chamadas “Châtelaines”.

No início do século XX, a bolsa já era tratada como um acessório obrigatório, e muito mais do que isso: um importante bem de consumo.
Cada vez mais as formas são variadas e seu processo de confecção se sofisticou muito. O design cada vez mais se aprimora e surgem compartimentos para moedas, cartões de crédito, canetas, perfumes, etc.
Atualmente a moda sintetiza-se como um espelho pessoal de cada mulher, refletindo a personalidade de quem usa este acessório. O importante é ter a bolsa certa e também saber carregá-la.


Alguns modelos de bolsas:

História das Bolsas
              

Fim do Século XIX - O inicio das ''Roupas Prontas''

Um pouco de historia: 



A unica manifestação artística foi o Impressionismo destacando grandes pintores como: Constable, Tuner, Coubert, Degas, Monet, Renoir e Manet. Os trens eram movidos a vapor, que substituíram as carruagens dos correios, os navios e as caravelas. As máquinas e os fertilizantes aumentaram a produção agrícola. Na era industrial também beneficiou a evolução textil. A maquina de costura que tinha sido elaborada por I.M Singer realmente funcionou e deu a possibilidade da elaboração grande dos trajes femininos.  Começarão a se vestir as primeiras roupas pontas, que já eram encontradas para vender. Dando o inicio da abertura de lojas de roupas. Com a fabricação em serie de roupas.  



Definição para a ideia da Revolução Francesa:

Que tem as transformações que são feitas radicalmente. Que cada pessoa se vestir livremente, foi os direitos aplicados da livre escolha do vestuário, sem seguir padrões da classe social. 

Totalmente inspirado na Antiguidade Clássica. As roupas eram
muito elegantes e trazia um ar de riqueza. 

‘’Nenhuma pessoa, de qualquer sexo, poderá obrigar nenhum cidadão a vestir-se de uma maneira determinada, sob a pena de ser considerada e tratada como suspeita e perseguida como perturbadora da ordem pública: cada um é livre para usar a roupa e adorno de seu sexo que deseje."
(Trecho do Decreto do Governo Revolucionário, 1793, França)



Indumentaria:

França sede posto para a referência da indumentaria da Inglaterra. 

O figurino da época era bem deslumbrante mais com um pouco de exagero, era um
certo ar de muita informação. Mais que para estas mulheres combinavam.
A roupa era um pouco desconfortável, devido ao volume de panos. 

Inspirou-se nas muitas renubuscências históricas. As novas-ricas queriam demostrar seu desejo de revigorar a antiga classe aristocrática  As  muitas premières nos teatros tornaram-se eventos mundanos e estimularam ainda mais a profusão de formas e detalhes históricos da roupa feminina. Os modelistas Worth e Redfren, adotaram um ritmo de criação frenético. Após a crinolina volumosa, veio o cul de Paris ou bustle, que deu ás mulheres um perfil bastante estranho. 

A confecção era empetecada com muitos babados, plisados, franjas, véus e passamanarias. Em 1880, a silhueta do cul de Paris, foi trocada por outra de saias tão estreitas que só era possível andar com passos bem curtos. As muitas demostrações de modismo sucessivos - ora revelando, ora escondendo as partes do corpo feminino num ritual erótico - fora dignas de nota. 


O visual feminino poderia ser assim definido:

Era um vestuário muito pesado,
mais muito belo.







Vestidos de musseline ou cambraia, muito fluidos (espécie de camisolas);

Cintura abaixo dos seios;
Penteados simples e naturais;
As retícules ou ridicules;
O xale, de Caxemira;

   




  O visual masculino adquiriu as seguintes características:

    



      

      Alfaiaria tipo inglesa (xadrezes e casacas);
Calças de casimira;
Botas de montaria;
Lenços volumosos no pescoço;
Penteados simples e naturais;