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Trés Belle - Algumas dicas do estilo francês!

Como sabemos as mulheres francesas são consideradas ás mais elegantes do mundo e sem muitos esforços. São grandes inspirações fashion, com algumas dicas e segredos de moda, para apostar no dia a dia. Com referências do site da ‘’Revista Marie Claire’’ – Brasil.


Alguns conselhos, para serem seguidos na hora de se vestir, com muito mais elegância e feminilidade, assim como as francesas, apostando em algumas peças também.

Camisa Branca: A peça que mais representa este estilo das francesas, é esta.  Mais esqueça um pouco aquele modelo que é perfeitamente para a sua silhueta, aposte em uma mais larguinha, sendo cortes inusitados ou versões oversized, que podem ser bastante estilizadas.

Tons Neutros: Parece um pouco clichê, mais vestido preso sempre da aquele ar de elegância e esta escolha sempre funciona. Peças estilosas e do mesmo tom podem render muitas combinações. Mais não se esqueça de apostar em um lindo sapato para arrematar o look.


Jeans: Sempre uma peça coringa, aquela que não é precisa reduzir o grau de elegância. Opte por uma calça jeans, dando uma levantada no visual. Os modelos cropped ou aquele que da para dobrar a bainha. Com um pequeno detalhe no tornozelo, o look pode fazer diferença na produção final. Se preferir pode apostar um salto, deixando muito feminina e sofisticada. 

A História da Maquiagem - O item que dá todo charme especial no visual

No post de hoje, conto para vocês um pouco mais sobre á história do surgimento da maquiagem. A qual é considerado um item indispensável do mundo da moda, também é usada em outros ramos além da estética como, no teatro e no cinema, e em alguns ritos religiosos.
A maquiagem para função estética começou a ser usada pelos egípcios que utilizavam khol, e pintavam-se de maneira bastante original. O comércio do Egito com outros povos levou a maquiagem para a Grécia e Roma durante a Antiguidade Clássica. 
Em Roma, a mulher de Nero, Popeia Sabina, aderiu ao uso da maquiagem, tornando-se popular. Nesse período os cosméticos ainda não eram tão desenvolvidos o que os fazia bastantes arriscados, pois eles eram muito tóxicos e o uso prolongado causava envenenamento e envelhecimento precoce.
Na Idade Média a maquiagem deixou de ser valorizada, pois a Igreja condenava sua utilização: com o argumento de que os cosméticos criavam uma beleza falsa na aparência das pessoas e incitavam o pecado da luxúria.
Somente no final da Idade Média, com o crescimento dos burgos, que os boticários popularizaram novamente a maquiagem. Na Renascença o uso de cosméticos como a maquiagem e o perfume se tornavam cada vez mais popular em toda Europa. 
A rainha Catarina de Médici aderiu fortemente o uso de cosméticos trazendo a moda da Itália (seu país de origem) para França (onde logo ganhou fama). 
Ao longo dos séculos o hábito de se maquiar era cada vez mais comum e aceito na sociedade, principalmente nas classes mais altas. Foi com a revolução industrial (no século XIX) e a indústria de cinema (durante o início do século XX) que os cosméticos, principalmente a maquiagem se tornaram mais acessíveis a todas as camadas da sociedade.
Nos dias de hoje, o uso de maquiagem tem sido muito valorizado. Principalmente por causa do desenvolvimento de novas técnicas no setor e também por sua facilidade de divulgação através dos meios de comunicação. 
Nos países como França e nos Estados Unidos  as maquiagens tem grande destaque. Grande parte das pessoas  de o mundo usam em diferentes ramo de atuação. Nos dias de hoje usar maquiagem se tornou muito comum em diversos povos  e culturas, paras as mulheres se embelezarem ainda mais. 
Acredita-se que o rouge (equivalente ao blush nos dias de hoje) tenha surgido na Grécia, da mistura de pigmento vegetal vermelho com gorduras e era usado para corar as bochechas.
Do século IX ao XII, no Japão feudal, a pele branca era extremamente valorizada e para obter a aparência extremamente clara as mulheres aplicavam um pó espesso e argiloso feito de farinha de arroz, chamado oshiroi muito visto na maquiagem da gueixa até nos dias atuais.
A maquiagem só volta a brilhar a partir do século XV, quando a Itália e a França se tornaram os principais fabricantes de produtos de beleza, mas o seu uso era privilégio de reis, cortesões e aristocratas, que apreciavam principalmente o pó-de-arroz e pomadas coloridas para pintar os lábios.
No início da década de 1920 a maquiagem realmente se popularizou e tomou o mundo. Infelizmente, durante a segunda guerra mundial, a escassez de produtos e matéria prima levou as mulheres a produzirem os próprios cosméticos e, praticamente, lutarem por um batom ou vidro esmalte.
Blog de mamaocommel : Mamão com Mel, História da Maquiagem
Nos anos 50 a maquiagem ressurge com força, com lábios realçados, delineador, cílios postiços e sombras em tons pastéis! Nos nos 60, os olhos Twiggy (referência à famosa modelo inglesa) eram febre na época,  juntamente com seus cabelos cheios e altos.
A era disco dos anos 70 trouxe mais liberdade, abuso de cores e impulsionou ainda mais a indústria cosmética. Nos anos 80 os lábios e olhos marcados, mais duros sem muito esfumaçado, marcaram a época.
Dos anos 90 até os dias de hoje a maquiagem só evoluiu. Ganhamos mais produtos específicos para cada tipo de pele e novas texturas, cores e efeitos surgem todos os dias graças à tecnologia.

Rose Bertin - A primeira célebre estilista francesa da história


Rose se dedicou a Rainha Maria Antonieta quase que exclusivamente, mais a sua maior importância vem da riqueza de detalhes e originalidade do seu trabalho.
“(…) elegeu Rose Bertin como a primeira estilista no mundo, em finais do século XVIII. A costureira era responsável pelas mudanças de guarda-roupa da rainha francesa Maria Antonieta, célebre pela vaidade, extravagância e gosto por grandes festas. Seu sucesso se espalhou e aos poucos Bertin começou a exercer ampla e reconhecida influência sobre o modo de vestir das mulheres das classes mais altas. Mas, como bem observa Gumbrecht, Bertin atendia a uma cliente e não produzia para um mercado, além de não ter uma produtividade intensa de novas criações, num ritmo próximo ao que se poderia se considerar propriamente moda”. – Renata Pitombo “Os Sentidos da Moda”
Marie-Jeanne Rose Bertin , foi a modista e costureira exclusiva da Rainha da moda Maria Antonieta. Ela foi a primeira célebre estilista francesa, e é amplamente creditada por ter trazido moda e alta costura para a vanguarda da cultura popular.
Quando Maria Antonieta chegou a França de Áustria, abraçou novos estilos e modas da França como uma das maneiras em que para mostrar seu apreço sincero de seu novo país. Ela foi apresentada para a Bertin em 1772. Duas vezes por semana, logo após Luís XVI coroação 's, Bertin iria apresentar suas mais recentes criações para a jovem rainha e passar horas discutindo-as. A rainha adorava seu guarda-roupa e era apaixonado por cada detalhe, e Bertin, como sua modista, tornou-se sua confidente e amiga.
A Rainha Maria Antonieta foi à cliente mais famosa de Rose Bertin e costumava encomendar uma média de doze vestidos de luxo por estação, pedia também os ornamentos que usava na cabeça que eram elaborados para combinar com o vestido que eram enfeitados com pérolas e penas, super luxuosos e sofisticados digno da Rainha.
Bertin foi o cérebro por trás de quase todos os novos vestido encomendado pela rainha. Vestidos e cabelos tornaram-se veículos pessoais de Maria Antonieta de expressão, e Bertin vestido da Rainha de 1770 até sua destronamento em 1792. Bertin se tornou uma figura poderosa na corte, e ela testemunhou e, por vezes, efetua-profundas mudanças na sociedade francesa.
Seus grandes, vestidos pomposos garantiu que seu portador ocupou pelo menos três vezes tanto espaço quanto sua contraparte masculina, tornando a figura feminina um imponente, e não passivo, a presença. Suas criações também estabeleceu a França como o centro da indústria da moda, e a partir de então, vestidos feitos em Paris foram enviadas para Londres, Veneza, Viena , São Petersburgo e Constantinopla . Esta elegância inimitável parisiense estabeleceu a reputação mundial da alta costura francesa.
Sob o patrocínio generoso da Rainha, nome Bertin se tornou sinônimo de elegância da alfaiataria e excesso de Versalhes . Seus vestidos e penteados pode facilmente custar 20 vezes o que um trabalhador qualificado do tempo ganhou em um ano.

Paris á cidade luz - Lugares que vale a pena conhecer na capital francesa


No post de hoje é especialmente sobre a capital francesa Paris que é considerada á cidade luz. Considerada uma das cidades mais belas e frequentadas na Europa. Então resolvi selecionar alguns pontos turísticos que vale muito apena visitar para que for para Paris, a maioria deles são relacionados com a moda e arte, arquitetura e muito charme. Paris sempre tem algo de bom para oferecer a cada visitante.
Selecionei os principais lugares para ser visitados em Paris, que vale muito á pena conferir as dicas, para fizer sua viagem para Paris já sabe o que vai querer escolher para visitar.
Musée de La Poupée – Impasse Berthaud: Onde pode se deparar com um o universo encantador das bonecas de coleção no museu das bonecas. Um verdadeiro tesouro para colecionadores e amantes da boneca Barbie.
Museus de Moda: Vale muito apena visitar dois museus que retratam sua toda esta história. Que vai desde a Idade Média até os dias de hoje.
·  Museu da Moda e do Têxtil: Ele está situado em uma das alas do Museu do Louvre com a entrada pela rua de Rivoli. São três museus na realidade: o das Artes Decorativas, o da Moda e do Têxtil e o da Publicidade. O primeiro reúne móveis da Idade Média até a época contemporânea, passando pelo século XVIII francês, pelo Art Nouveau e Art Deco. Ele apresenta também uma bela coleção de jóias e de brinquedos.
 · Museu Galliera: É um museu de história da moda e da moda. Mas este museu só funciona quando tem exposições, não é aberto direto como o museu da Moda e do Têxtil.
Torre Eiffel: É o cartão postal de Paris, um ponto turístico obrigatório para os turistas visitar. Nada melhor que apreciar a vista deste fenômeno arquitetônico com uma xícara de café. Não é atoa que é um dos monumentos mais visitados no mundo, com toda á sua beleza. E além de tudo pode ver á cidade luz do alto.
Musée du Louvre ou Museu d’Orsay: Apesar de muito grande para passar em apenas uma tarde, o Museu de Louvre é onde tem muitas obras, incluindo, naturalmente, a Mona Lisa. O museu tem suas exposições divididas em salas, que pode ser visto tudo pelo site e ver qual período/época quer apreciar mais de perto, já que o museu inteiro demora mais de 2 dias para se visitar inteiro.
Moulin Rouge: Para um show extravagante e totalmente original que encanta muitas pessoas. Onde também pode ser acompanhado de um jantar tradicional à francesa, enquanto desfruta o espetáculo “Feerie”, que apresenta 69 canções e figurinos únicos e excêntricos.
Compras de moda: Considerada umas das capitais mundiais da moda, Paris é um lugar muito agradável para fazer compras. Grande variedade em Butiques, lojas de departamento e outras compõem a paisagem. O adornado e belo Champs-Elysées é um bulevar o qual é um realizador de sonhos para qualquer comprador nato.
·  Avenue Montaigne
·  Faubourg Saint-Honoré, são as marcas da costura parisiense.
Palácio de Versalhes: O qual resume todo o esplendor da antiga realeza da França. A arquitetura é deslumbrante, seus jardins são incríveis, ideais para aproveitar o sol do verão europeu fazendo um piquenique, por exemplo. O interior do castelo é absolutamente incrível, com destaque para a Sala dos Espelhos, que leva o seu nome pelos seus mais de 357 espelhos da época de Luís XIV, que, apaixonado pelo Palácio, mudou toda a sua corte para o local durante seu reinado.
Arco do Triunfo: É um monumento, que foi construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806. Inaugurado em 1836, a monumental obra detém, gravados, os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Em sua base, situa-se o Túmulo do soldado desconhecido. O arco localiza-se na praça Charles de Gaulle, uma das duas extremidades da avenida Champs-Élysées. Que também é um cartão postal da cidade de Paris, que tem que vale muito apena ser ver de perto.
Bateaux Mouches: É transporte turístico de passageiros pelo Sena, considerada uma atividade tradicional em Paris, com seus famosos bateaux mouches, barcos moscas. O número de turistas na França supera os 80 milhões, e a grande maioria visita Paris. Como as principais atrações turísticas de Paris estão localizadas junto as margens do Rio Sena ou nas suas proximidades, de 200 a 500 metros, a Prefeitura de Paris está elaborando um projeto de interligação dos diversos trechos das margens do rio.
Catedral de Notre-Dame de Paris: É uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo, que é localizada na praça Parvis, na pequena ilha Île de la Cité em Paris, França, rodeada pelas águas do Rio Sena. A ideia de gótica com seu esplendor, ao efeito claro das necessidades e aspirações da alta sociedade.

A verdadeira história do Jeans - A juventude influenciou o mundo todo


Tudo começou em meados do século XIX, nos Estados Unidos, quando os imigrantes Levi Strauss (da Alemanha) e Jacob Davis (da Letônia) resolveram transformar em roupa a lona que era usada na cobertura de barracas. 
Segundo o livro Dicionário da Moda, de Marco Sabino, foi assim que nasceram as primeiras calças jeans - que no início foram adotadas pelos mineradores do Oeste americano e eram de cor marrom.
Foi de Davis a ideia de colocar rebites de cobres para reforçar as calças que fabricava, usando tecido fornecido pelo comerciante Levi Strauss. Strauss foi quem registrou a invenção da peça que, logo, começou a ser produzida com brim azul, sob a marca Levi's. Em 1890, a Levi's criou seu modelo mais famoso, a calça 501. 
O nome "jeans" passou a ser usado na década de 1940, nos Estados Unidos, para designar calças de brim índigo blue, que nesse momento já dava os primeiros passos para virar uniforme da juventude. 
O termo é uma corruptela do francês Gênes (Gênova), cidade portuária italiana onde os marinheiros usavam calças de sarja grossa proveniente de Nîmes - outro nome que sofreu alteração para dar origem ao termo denim, que virou sinônimo de tecido para fazer calça jeans.
Na década de 1950, o jeans era usado pela juventude rebelde americana, influenciando o mundo todo. 
A produção estava a cargo das marcas Lee e Wrangler, além da Levi's. No Brasil, a São Paulo Alpargatas foi a pioneira a fabricar as chamadas calças de brim Far-West, uma versão do jeans americano.

O Caderno de Criação / Moleskine - Uma História de Anos


A História do Moleskine: 
O que Van Gogh, Matisse, Ernest Hemingway, Picasso e Bruce Chatwin tinham sempre dentro do bolso? Todos eles carregavam pequenos cadernos de notas para registrar ideias, fazer esboços, estudos, rascunhos. A cadernetinha de anotações virou moda no fim do século XIX, teve seu período áureo na efervescente Paris da primeira metade do século passado e desapareceu por completo em 1986, junto com a última manufatureira, no interior da França.
Com o tempo a marca voltou e ganhou certo charme intelectual entre escritores e jornalistas (que usam Moleskines com linhas, como o da imagem ao lado), artistas plásticos e arquitetos (que desenham nos que vêm com páginas nuas), músicos (que anotam inspirações em cadernetas com pautas) e engenheiros (que fazem gráficos e contas em páginas quadriculadas). Para manter a aura em torno do produto, os italianos decidiram vendê-lo em lojas mais sofisticadas do que as grandes papelarias. Deu certo, e hoje os consumidores pagam até 17 dólares por alguns modelos de Moleskine.














Há pouco mais de três anos, os fundadores venderam 75% do negócio ao fundo de investimento francês Syntegra Capital. Desde então, os novos sócios passaram a lançar edições comemorativas, guias de cidades como Nova York e Tóquio, além de modelos encomendados por clientes corporativos, como Cadillac e Apple. Para cortar custos, parte da produção foi transferida para a China — apenas a montagem e o design seguem sendo feitos na Europa. Renovar a marca daqui por diante sem renegar a tradição é um dos principais desafios da Moleskine para o futuro.
Assistam o Vídeo onde a estilista Yamê Reis, fala dos seu moleskine (caderno de criação/moleskine) e processo criativo para Roda da Moda.